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MEMÓRIAS COLETIVAS

QUE NÃO PODEM SER ESQUECIDAS

Relatos íntimos, envolventes e emocionantes

Não há vítimas nem algozes, apenas pessoas

Livro intenso e emocionante da primeira à última página

Projeto associado:

Valorizar a vida

Entender o Ser Humano

Nada é mais valioso do que a vida, e a vida de um, não vale mais nem menos do que a de outro, apenas o mesmo.

OBJETIVOS DESTA OBRA

Fomentar a PAZ

A capacidade de resistência que o ser humano possui, perante as maiores dificuldades,

é imponderável.

Pelos relatos dos intervenientes, entendemos que a melhor solução para tudo na vida deve contemplar sempre a PAZ.

O LIVRO

chegaram ao seu destino. É destas cartas que este livro trata.


Estas cartas são uma provocação a uma reflexão maior sobre a paz. A paz interna, a paz como fio condutor de uma série de eventos, ao longo do rastro que a guerra traçou e do seu legado. Fica a interrogação sobre as vidas de tantos inutilmente perdidas, legados de medalhas e legado de heróis anónimos, gente do povo que estavam no meio do fogo cruzado, no palco da guerra, no mar, no ar ou em terra. 


E é a todos estes anónimos, independentemente do lado, gente do povo, crianças, velhos, mulheres, jovens, túmulos sem nome, que não pediram a guerra, a quem as vidas foram arrancadas, que dedico este livro.

O cenário da 2ª Guerra é muito amplo, praticamente abrange todo o globo terrestre, envolvendo inúmeras nações. A ótica é a do ponto de vista do ser humano, dos seus medos. Cada carta aborda temas como a esperança, a dor, o terror, o desespero, a solidão, o ódio, a vingança, o egoísmo e o amor. É o ser humano em conflito interno diante do limite, do imponderável, do que não lhe parecia ser possível acontecer.


Em termos de comunicação, três coisas foram absolutamente importantes durante o conflito: a rádio, os diários e as cartas. Estes eram os meios de diversão, desabafo disponíveis. A rádio e as cartas levavam e traziam esperança. Boas e péssimas notícias; esperança e lágrimas. Milhões de cartas ficaram pelo caminho e nunca 

Fundação Maria Cristina associa-se a este projeto

Embuidos pelo espírito pacifista que este livro almeja, a sua autora e a própria editora tinham em mente, através desta obra, apoiar alguma instituição que fosse, de facto, uma mais valia na busca do bem estar do ser humano, fosse ele quem fosse e onde estivesse.


A nossa primeira opção foi esta mesma que anunciamos aqui. A abordagem à Fundação Maria Cristina não poderia ter sido mais positiva e, depois de apresentado o projeto e os seus ideias, a Fundação decidiu associar-se ao projeto.


Na compra deste livro, parte dos seus lucros reverterão a favor deste projeto de alguém que um dia decidiu que ajudar era extremamente necessário.


Para saber mais sobre esta fundação, por favor, clique no botão abaixo.

Canção: Interlúdio

Letra: Cris Rodrigues

Música: Clara Ghimel

CARTA MÃE

Vídeo realizado tendo como pano de fundo uma das mais fortes e intrigantes cartas contidas no livro, com locução emocionante da própria autora, e recurso a fotografias e vídeos reais da 2ª Guerra Mundial.

Trecho da carta Mãe

(...)


"Ah Isaac, nem em todo o papel do mundo cabe o espaço e o peso da palavra dor que sinto. O papel não treme, o papel não chora,

o papel não geme ou grita. No papel não lês as  minhas lágrimas,

e nem ele serve para secá-las."


(...)

Dona de uma voz única, a cantora Clara Ghimel tem uma longa trajetória, iniciada em 1981. Desde o primeiro disco produzido em 1996, até os dias atuais, sua carreira é marcada por influências da soul music e do blues e por um roteiro de shows entre Salvador, São Paulo, Amsterdã, Lisboa e Paris, além de apresentações no Casino Estoril.


Baiana de Salvador, Clara Ghimel começou a cantar profissionalmente na década de 1980. Dividia seu tempo entre os estudos universitários e ensaios musicais. “No início, só era acompanhada por um violão; eu mesma não tocava, pois sentia vergonha de tocar mal. Escolhia músicas consideradas difíceis, sobretudo o repertório do pessoal do Clube da Esquina (Lô Borges, Milton Nascimento e outros)”, destaca a cantora.

AUTORA

Clara Ghimel dedica-se desde sempre à música, mas foi a sua curiosidade e interesse sobre a 2ª Guerra Mundial que fez com que nos trouxesse um conjunto de cartas que nos fazem viver as emoções e sentimentos dos envolvidos neste conflito à escala planetária de forma intensa, vibrante e contagiante. 

" Promover a Paz, esse o principal objetivo deste livro "

APRESENTAÇÃO DA AUTORA

CLARA GHIMEL

À medida que avançou nos seus estudos de inglês, Clara mergulhou mais significativamente nas águas do jazz e, posteriormente, também pelo blues. “Nessa época eu não possuía qualquer calma e paciência para a Bossa Nova, ou qualquer ramo da MPB que me obrigasse a ficar num ‘quadrado’ musical, repetindo igualzinho algo já gravado. Buscava mais, e no blues me encontrei”, diz ela.


Inspirada musicalmente por Elis Regina, nas melodias de Tom Jobim e por intérpretes internacionais, como Etta James, Aretha Franklin, Tina Turner, Joni Mitchell, Ray Charles, James Brown e Mahalia Jackson, a cantora tem predileção explícita pela soul music e pelos antigos compositores clássicos. “Escuto muito música clássica e os períodos barroco e medieval são os meus favoritos”, acentua.

ENTREVISTA A CLARA GHIMEL

Clara explica as motivações, os objetivos, os métodos e as dificuldades encontradas para a obtenção dos resultados finais. 

Assista ao relato emotivo da autora!

Contactos

Clara Ghimel: +351 914 970 731


Email: claraghimel@aol.com


https://www.facebook.com/clara.ghimel

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